terça-feira, 30 de julho de 2019

A BELA CREPÚSCULO

O chão batido da cidade,
calçadas manchadas de talentos
aproximam-se ao relevo retorcido
faiscando o ritual imaginário.

No pontilhar de cada esquina
há ritmo traduzido em versos
pássaros despojados, expelem vaidades
e vestem túnicas de beleza.

Novos horizontes se desenham
enfatizam o novo amanhecer,
é o passo a passo da cidade,
é a busca do vir a ser...
bela Crepúsculo... torrão fértil.

Passarinhos despojados
expelem suas vaidades
rasgam nuvens d’esperança,
sopram a brisa de Norte a Sul.

Figuras e cores se confundem,
versos e reversos se revezam
recortes de nova página
é CREPÚSCULO que ascende para o novo.

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Cadeira nº. 18
Patrono: Hilton Pereira Vargas

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