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terça-feira, 6 de agosto de 2019

ACAL realiza a primeira Reunião Ordinária em Amambai

Acadêmicos Amambaienses discutiram importante pauta literária para o segundo semestre de 2019

Foto: Tião Prado
A Academia Amambaiense de Letras (ACAL) completa seu primeiro aniversário, no dia 28 de setembro de 2019. A instalação do sodalício ocorreu na Praça Central, com a presença dos Poderes Executivos e Legislativo. Na ocasião, vinte poetas e escritores tomaram posse como membros efetivos, além de membros correspondentes em oito Unidades da Federação e quatro membros correspondentes internacionais. O evento contou com a participação do poeta amambaiense Sady Bianchin, do Rio de Janeiro, que tem como Patrono Alfredo Serejo.

A segunda conquista literária para o município de Amambai, foi a Lei sancionada pelo Poder Executivo que instituiu, anualmente, a Semana Municipal da Leitura, de 23 a 30 de outubro.

Após a inscrição do CNPJ da confraria e ajustes administrativos, os acadêmicos realizaram no último domingo, dia 4 de agosto, a primeira Reunião Ordinária com a seguinte pauta: 1. Expediente; 2. Aniversário da Academia; 3. Lançamento de livros; 4. Concurso Literário para estudantes; 5. Participação da ACAL na 31ª Expobai, no período de 5 a 8 de setembro; e, 6. Atividades Literárias durante a Semana Municipal da Leitura.

Estiveram presentes os seguintes acadêmicos: Rogério Fernandes Lemes; Dora Nunes; Albertino Fachin; Aldair Lucas Carvalho; Edirley Viana Vieira; José Carlos de Oliveira Robaldo; Diobelso Teodoro de Oliveira; e, Daniel Sabino. Justificaram as faltas: José Carlos da Silva; Ailton Salgado Rosendo; Odil Cleris Toledo Puques; Cleber de Araújo Arantes; Ricardo Pallaoro; Viviane Scalon Fachin; Almiro Pinto Sobrinho; João Urague Filho; Ramão Ney Magalhães; Iolete Moreira; Maria Margareth Escobar Ribas Lima; e, Christian Pissini.

Foto: Tião Prado
A ACAL produzirá, trimestralmente, o Jornal Literário da Academia com a publicação de poesias, contos, literatura de cordel, artigos, crônicas, entrevistas, além da produção literária de estudantes das escolas públicas e particulares de Amambai. As opções para o nome do periódico foram: Letras Amambaienses; O Crepúsculo; e, Vozes Imortais. O nome vencedor foi “Letras Amambaienses”.

As reuniões da ACAL serão bimestrais, no primeiro sábado do mês, na Biblioteca Municipal de Amambai localizada na Rua: Rui Barbosa, 3572 – Vila Primavera (ao lado da SEMED). A segunda reunião ordinária será no dia 5 de outubro de 2019, às 18h.

Ler a Ata da reunião

sábado, 10 de março de 2018

O início do movimento literário da ACAL

Logomarca da ACAL desenvolvida por Rogério Fernandes Lemes

No dia seis de março de dois mil e dezoito, às 19 horas, o poeta e escritor amambaiense Rogério Fernandes Lemes liga, em Amambai, para o professor João Carlos e apresenta o desejo literário de criar a Academia Amambaiense de Letras, a ACAL. O Professor João Carlos recebe a novidade com alegria e aceita fazer parte do processo de criação como membro fundador. No dia seguinte, Rogério mantém contato com o professor Ailton Salgado Rosendo, em Campo Grande-MS, e com o Desembargador Federal Nery da Costa Junior, em São Paulo, SP. Ambos recebem a notícia com igual entusiasmo e aceitam a empreitada literária. O quarto escritor contatado foi o senhor Almiro Pinto Sobrinho, ele que foi o fundador do Museu Histórico de Amambai, e que hoje reside em São Paulo, SP. Seo Miro, como é conhecido pelos amambaiense, disse que a criação de uma Academia de Letras em Amambai é um sonho antigo e que aceita participar com muita alegria. Odil Puques disse aceitar o convite com “muita honra”. O escritor Rogério Fernandes Lemes desenvolve a peça heráldica para o brasão oficial e submete à apreciação dos demais membros fundadores, o que foi unanimemente aprovada como o Brasão Oficial da ACAL. O próximo passo foi o desenvolvimento do Estatuto da ACAL, com contribuições efetivados do acadêmico Nery da Costa Junior e do acadêmico Odil Puques, quanto aos aspectos normativos e jurídicos. Em seguida serão preenchidas as primeiras cadeiras, com seus respectivos patronos, aos moldes das 40 cadeiras da Academia Brasileira de Letras. Os poetas e escritores que desejam concorrer a uma vaga na ACAL deverão preencher o Formulário do Candidato.

Amambai, MS, 7 de março de 2018.

Rogério Fernandes Lemes
Nery da Costa Junior
José Carlos da Silva
Ailton Salgado Rosendo
Odil Puques
Almiro Pinto Sobrinho

Primeiro encontro informal de autores amambaienses

Ata ACAL nº 001/2018

Aos dez dias do mês de março, às 9h, na EE Cel Felipe de Brum reuniram-se para uma reunião informal, alguns escritores, poetas e professores de Amambai com o objetivo de discutirem a criação da Academia Amambaiense de Letras (ACAL). Estiveram presentes os seguintes professores: José Carlos da Silva, da EE Vespasiano Martins; Viviane Scalon Facchin, Gestora da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS); Ivo Silva Santana, Arnaldo Sória (aposentado) e Paulo Claidimar Fernandes de Lima, da EE Cel Felipe de Brum; Edirley Viana Vieira, da EM M’boe’roy Guarani Caiuá e o escritor Rogério Fernandes Lemes, o idealizador da ACAL. A reunião iniciou-se com as palavras de abertura do escritor e poeta amambaiense Rogério Fernandes Lemes que fez uma breve explanação do que seria a composição da academia. Rogério disse que a criação de uma academia não é apenas um desejo pessoal dele, mas de toda uma ampla gama de escritores com quem tem mantido contato, sendo eles, o professor José Carlos da Silva, o Desembargador Federal Nery da Costa Junior, o professor Ailton Salgado Rosendo, Ricardo Pallaoro, Almiro Pinto Solbrido, o advogado e escritor Odil Puques, via telefone. A academia abrangerá, em sua proposta inicial, 40 cadeiras de escritores com seus respectivos patronos ou patronesses, de diversas áreas. A professora Viviane também comentou que a UEMS está desenvolvendo um projeto para contar a história de Amambai em um livro e que será lançado no dia 28 de setembro de 2018, por ocasião dos 70 anos de emancipação político-administrativa de Amambai. A ideia é que a Academia seja fundada na Semana de Comemoração do Aniversário da cidade, a ser definido entre os dias 27 a 29 de setembro. O professor Edirlei sugeriu a participação de ilustradores indígenas das aldeias de Amambai. Os presentes acharam interessantíssima a ideia e aprovaram. A academia teria suas cadeiras vitalícias, com indicação de patronos ou patronesses vivos ou “in memoriam”, tantos de Amambai, quanto de outras regiões, mas que tiveram importante contribuição literária para a cultura local e sul-mato-grossense. Os não amambaieneses podem concorrer como membros correspondentes, conforme o estatuto a ser criado e aprovado por comissão constituída da ACAL. O foco principal da academia é a produção literária e a manutenção da língua, principalmente a visibilidade e fortalecimento da cultura local. Também foi acordado a importância dos membros reunirem exemplares dos livros históricos e que tratem da produção literária de Amambai para comporem a biblioteca da academia. Foi mencionado pelo professor Ailton Salgado Rosendo o nome da professora Branca Karasek para patronesse de uma cadeira; ela tem muito material escrito e importante contribuição literária. Também foram colocadas algumas informações sobre o museu José Alves Cavalheiro e uma possível sede para a ACAL e local para serem acomodados os livros que forem doados. Foram citados os nomes dos médicos Diobelso e Wilsonir para participarem da Academia. Rogério disse que vai manter contato com o senhor Henrique de Medeiros, Presidente da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, André Alvez, Presidente da União Brasileira de Escritores de Mato Grosso do Sul e Marcos Coelho, Presidente da Academia Douradense de Letras, para auxiliarem na comissão de avaliação de currículos dos candidatos a uma cadeira na ACAL. Foi sugerida uma pré-agenda para os encontros da academia. A constituição da academia terá alguns gastos para registro em cartório de toda a documentação para fundação. Os gastos seriam, inicialmente, rateados entre os membros fundadores. Todos os presentes foram favoráveis. A professora Viviane ficou como responsável para a interlocução com o município a fim de incluir a fundação da ACAL no calendário de eventos municipais. O professor José Carlos disse que é muito importante a formação da academia para a literatura, para o incentivo aos alunos a lerem e a escreverem. Rogério disse que foi criado um grupo através do aplicativo WhatsApp com o nome ACAL fundadores para reunir os candidatos e tratar, exclusivamente, de assuntos de interesse da ACAL. Finalizou dizendo que oportunamente será agendada uma reunião Ordinária para a criação da ACAL e constituição de uma Diretoria Executiva provisória, onde os assuntos da ACAL serão publicados em sites e jornais de Amambai a fim de publicizar o edital de convocação dos candidatos amambaienses a uma cadeira na academia. Nada mais havendo para a ocasião, eu, Paulo Claidimar Fernandes de Lima, lavrei e encerro a presente ata, que segue assinada por mim e demais presentes.
Primeiro encontro no dia 10/03/2018 às 9h na EE Cel Felipe de Brum em Amambai, MS.
Rogério Fernandes, Paulo Fernandes, Viviane Scalon, Edirley Viana,
Arnaldo Soria, Ivo Santana e José Carlos.